Flávia Cezar

Flávia Cezar

O projeto Borboleta Azul prepara jovens atendidos pela Associação de Pais e Amigos do Excepcional (Apae-SP), incentiva a inclusão social dos portadores de deficiência na sociedade e no mercado de trabalho, e promove a sua adaptação às atividades do cotidiano. Nas expedições, conduzidas pela Outward Bound Brasil (OBB), são realizadas atividades ao ar livre que combinam aventura e desenvolvimento pessoal e profissional. O objetivo é dar aos jovens mais autonomia, segurança e consciência do seu potencial.

A assessora da diretoria, Mirian Aguirre, participou da viagem. Frio intenso, com noites passadas em barraca e muita caminhada; assim foram os quatro dias no Horto Florestal, em Campos do Jordão (SP). “A vulnerabilidade deles mostra que, no fundo, somos todos iguais”, conta. “Eu me orgulho por pertencer a uma empresa que concretiza ações de responsabilidade social.”

A empresa decidiu apoiar e incentivar a inclusão dessas pessoas no mercado de trabalho, e com a contratação de Flávia Cezar, que participou da expedição no começo, materializou-se a ideia de integrar alguém do projeto ao grupo de São Paulo.

Flávia atua como auxiliar administrativa, tem 22 anos, ensino médio completo, fez cursos de computação e foi voluntária na Rádio Gazeta. Este é o seu primeiro trabalho formal. “As pessoas são superlegais comigo, e isso me dá uma sensação boa”, afirma Flavinha, como é chamada por todos.

Muito solícita, ela auxilia na recepção e a equipe do Financeiro a organizar os pagamentos e protocolos. Cada vez mais integrada ao cotidiano do escritório, conta: “Todos me receberam superbem, e estou adorando trabalhar. Eu me sinto bem aqui”. Esse também é um convívio estimulante para nós, que aprendemos muito com ela.

Saiba mais sobre esse programa, inédito no Brasil:
www.obb.org.br/index.php/borboleta-azul/

Com nova sede, um segundo livro e diversos prêmios, a Vaga Lume completa dez anos com sensação de dever cumprido. Por isso, iniciou suas comemorações lançando a campanha Plante uma História.

Crianças, jovens e adultos da cidade de São Paulo, além de 170 comunidades da Amazônia, foram mobilizados para participar dessa ação. O evento foi realizado em outubro, nas diferentes localidades, simultaneamente. A ideia foi envolver as pessoas, organizações e empresas parceiras para desenvolver atividades culturais, desde a leitura de um livro e dinâmicas em grupo até uma oficina para a formação de mediadores na comunidade.

A Dresser-Rand Guascor, como mantenedora, apoiou o projeto. Para a empresa, é importante compartilhar experiências com diferentes culturas. A sede ficou repleta de crianças. Só nessa unidade, circularam 120 pessoas.

Na Amazônia Legal, esse número se multiplicou. As atividades realizadas nas comunidades foram: mediação de leitura, gincana cultural, teatro, dança, coral e sarau. Também contaram com a apresentação e produção de livros artesanais, roda de histórias, projeção de vídeos e torneio de esportes. A empresa e a Vaga Lume partilham do mesmo conceito: promover o intercâmbio cultural enriquece as organizações, seus colaboradores e as comunidades.

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