06/2011

Guascor no projeto Borboleta Azul

Autonomia, espírito de equipe, criatividade, liderança e superação. Todos esses fatores e outros mais são explorados no Projeto Borboleta Azul, por meio de expedições com jovens com deficiência intelectual. A iniciativa é fruto da parceria entre a Outward Bound Brasil (OBB), especializada em programas educacionais ao ar livre, e a Apae-SP (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), e teve pela segunda vez o apoio da Guascor.

 A última expedição aconteceu de 26 a 29 de maio, no Horto Florestal de Campos do Jordão (SP) e reuniu nove jovens da Apae-SP, três instrutores e um fotógrafo da OBB, e uma colaboradora da Guascor. Em pleno inverno, os participantes aprenderam a armar barraca, cozinhar no fogareiro, fazer trilhas, arvorismo, entre outros desafios. A vivência também incluiu jogos e dinâmicas de grupo. “O objetivo é estimular habilidades como comunicação e autoconfiança, ajudando o participante a adquirir mais autonomia em todas as esferas da vida, na pessoal, profissional e social”, resume Isabela Abreu, instrutora de campo da OBB.

 A Guascor apoia o Borboleta Azul desde o início do projeto, em 2010. Dessa vez, porém, a empresa participou da expedição. “Ao ouvir as histórias dos jovens atendidos pelo programa no ano passado, nossa equipe percebeu que, se estivesse em campo, enfrentaria as mesmas dificuldades. Isso nos aproximou e nos motivou a aproveitar essa rica oportunidade de desenvolvimento de competências pessoais para nosso colaborador”, afirma a diretora de Recursos Humanos e Responsabilidade Social da Guascor, Etiene Paiva.

Além dos quatro dias no horto de Campos do Jordão, foram realizados dois encontros preparatórios em São Paulo, com o objetivo de aproximar os participantes e apresentar as atividades que seriam realizadas ao longo da expedição. “Todas as iniciativas que permitem estímulo e desenvolvimento das potencialidades das pessoas com deficiência são sempre proveitosas e surtem efeitos muito positivos. Estar longe dos familiares, convivendo em grupo, possibilita a essas pessoas vivenciar experiências como integração e independência”, complementa Marília Costa, gerente técnica da Apae de São Paulo.